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Florianópolis, 21 de Novembro de 2017.
A responsabilidade que vem com as realizações PDF Imprimir
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O encontro que reuniu os comissionados do Iprev, na tarde da última quinta-feira, 26/10, abriu a rodada de reuniões que pretende mobilizar os colaboradores da Autarquia em torno dos projetos em curso. Ações como a força-tarefa da compensação previdenciária avançam em ritmo acelerado e agora recebem forte apoio do Governo, que tem aberto portas estratégicas. Para o presidente Roberto Faustino, conquistas como a integração do sistema SigRH com o sistema e-Sfinge, do Tribunal de Contas, e a liberação de novos servidores ao quadro da Autarquia, chegam acompanhadas de grande responsabilidade. “É muito importante para Santa Catarina que o Iprev avance nesses projetos e isso depende de todos nós”.

No comando do Instituto de Previdência desde o inicio do ano, Roberto Faustino lembra que alguns estranharam no início a forma com que se refere aos segurados. Para ele, aposentados e pensionistas são clientes. Além da comparação positiva em relação à importância que o cliente representa na iniciativa privada, Faustino destaca que esta é a essência da gestão. “Eles são a razão de nossa existência, por isso, todas as ações devem ser impreterivelmente direcionadas a oferecer um melhor atendimento e melhores serviços”.  Não por acaso o projeto de Redesenho de Processos, ação que pretende modernizar e reorganizar as operações internas, tem concentrado seus esforços nas gerências de aposentadorias e pensões. 

Assim como será dito nas próximas reuniões aos demais servidores, estagiários e terceirizados, o Iprev precisa vencer algumas demandas há muito tempo reprimidas. O projeto “Dinheiro Novo – Comprev” desponta como alternativa para gerar novos recursos ao Tesouro. A força-tarefa da compensação previdenciária ganhou ritmo e garantiu logo de início R$ 13 milhões aos cofres públicos. E o potencial é muito maior, porém, depende totalmente de organização e do esforço de todos. “Quando estabelecida a conexão com o TCE, será preciso concentrar um grande contingente no encaminhamento dos processos de aposentadorias pendentes de homologação”, explica Faustino, que tem alinhado essas estratégias com todas as instituições envolvidas.


Os gestos que fazem a diferença


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Responsável pela coordenação da força-tarefa da compensação previdenciária, o diretor de Previdência, Francisco de Camargo Filho, fez um relato sobre o que, em sua opinião, fez a diferença nesse início de trabalho. “Não esperamos de ninguém a postura de superfuncionário”. Francisco explica que está se desenvolvendo internamente a cultura do bom coleguismo, da solicitude e da consciência de que a instituição neste momento necessita que contribuamos mais do que nossas funções rotineiras. A união de esforços fez com que a expectativas iniciais fossem superadas antes do prazo.

Os exemplos surgem todos os dias. Paralelo às suas funções, alguns servidores se voluntariaram a atuar, com grande destaque, na compensação previdenciária. Ciente da falta de servidores na Coordenadoria de Florianópolis, um servidor da gerência de pensões auxilia todas as manhãs no atendimento aos segurados. Mesma com uma das estruturas mais enxutas do governo, a diretoria de Administração coordenou mutirão de reavaliação dos contratos com fornecedores e conseguiu reduzir em R$ 45 mil/mês a despesa com digitalização de documentos.  A diretoria Jurídica trabalha para incluir os processos previdenciários na dívida ativa, uma solução para garantir a cobrança de devedores.  

Ao mesmo tempo em que comemora os avanços alcançados, que inclui a recente migração das pensões para o sistema SigRH, uma conquista há muito esperada, Roberto Faustino alerta para outras questões urgentes, como a necessidade de redução do tempo de concessão das aposentadorias e, em alguns casos específicos, da liberação de pensões. “Ficar meses esperando receber a pensão por morte, sem salário e sem plano de saúde, não se trata de um problema administrativo. Trata-se de um problema social”.   

O presidente do Iprev encerrou sua exposição manifestando o desejo de que os bons exemplos sejam contagiosos. E garantiu que as portas de seu gabinete estarão sempre abertas às boas ideias e aos servidores que estiverem dispostos a também praticarem um gesto de solidariedade para com a instituição e para Santa Catarina.



Assessoria de comunicação do Iprev

 
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